“Prevenção do Suicídio: Um relato da Capacitação dos Voluntários do Centro de Valorização da Vida (CVV) no Município de Porto Alegre”, foi dividido em duas partes. A segunda começa a partir do capítulo 2 da tese especialização de Patrícia Venturela. É nessa parte que encontra-se a parte mais importante do desenvolvimento do texto, pois é nela que a autora vai explicar mais a fundo como funciona O CVV.
Como conceitua a autora, o Centro de Valorização da Vida “é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter filantrópico”, existente no Brasil desde 1962, em São Paulo. É um programa de prevenção do suicídio que funciona 24 horas por dia, incluindo domingos e feriados. A forma de contato pode ser por telefone ou pessoalmente (das 8h às 18h). Também existem outras formas de contato, como SMS, e-mail ou chat. O atendimento é gratuito e tem como público todas as pessoas que desejam conversar (claro que existem limites, pois existe um objetivo central). Seja sobre alguma dificuldade, alegria, crises... afinal, o programa busca a prevenção e isso significa que não deve-se esperar o indivíduo se suicidar para tomar alguma providência e sim, prevenir que isso aconteça. A inspiração dessa sociedade surgiu nos Samaritanos, que atuavam desde os anos 50, na Inglaterra. Lá, a iniciativa surgiu de um Reverendo de uma igreja Anglicana, que após realizar um velório de uma menina de 14 anos que se suicidou por não saber o que era a menarca, decidiu tomar alguma providência para que as pessoas que precisassem ser “ouvidas”, pudessem e tivessem como fazê-lo.
Após dar essas informações acerca da história e do funcionamento, Venturela descreve como se dá o processo de capacitação dos voluntários do CVV. Assim como ela expôs de forma bem clara (e às vezes difícil de compreender, por serem situações delicadas nas quais os voluntários se encontram), o professor convidou uma pessoa que vive isso na prática para nos dar uma palestra sobre o programa. E isso acrescentou bastante a leitura, uma vez que através de alguns relatos dele, foi ficando mais fácil entender e enxergar o tamanho da importância do CVV para as pessoas que o procuram. Da mesma forma que está no texto, o palestrante (prefiro não citar nome) também enfatizou alguns pontos cruciais para que o atendimento seja efetivo e que são de responsabilidade do atendente fazê-lo.
Como conceitua a autora, o Centro de Valorização da Vida “é uma sociedade civil sem fins lucrativos, de caráter filantrópico”, existente no Brasil desde 1962, em São Paulo. É um programa de prevenção do suicídio que funciona 24 horas por dia, incluindo domingos e feriados. A forma de contato pode ser por telefone ou pessoalmente (das 8h às 18h). Também existem outras formas de contato, como SMS, e-mail ou chat. O atendimento é gratuito e tem como público todas as pessoas que desejam conversar (claro que existem limites, pois existe um objetivo central). Seja sobre alguma dificuldade, alegria, crises... afinal, o programa busca a prevenção e isso significa que não deve-se esperar o indivíduo se suicidar para tomar alguma providência e sim, prevenir que isso aconteça. A inspiração dessa sociedade surgiu nos Samaritanos, que atuavam desde os anos 50, na Inglaterra. Lá, a iniciativa surgiu de um Reverendo de uma igreja Anglicana, que após realizar um velório de uma menina de 14 anos que se suicidou por não saber o que era a menarca, decidiu tomar alguma providência para que as pessoas que precisassem ser “ouvidas”, pudessem e tivessem como fazê-lo.
Após dar essas informações acerca da história e do funcionamento, Venturela descreve como se dá o processo de capacitação dos voluntários do CVV. Assim como ela expôs de forma bem clara (e às vezes difícil de compreender, por serem situações delicadas nas quais os voluntários se encontram), o professor convidou uma pessoa que vive isso na prática para nos dar uma palestra sobre o programa. E isso acrescentou bastante a leitura, uma vez que através de alguns relatos dele, foi ficando mais fácil entender e enxergar o tamanho da importância do CVV para as pessoas que o procuram. Da mesma forma que está no texto, o palestrante (prefiro não citar nome) também enfatizou alguns pontos cruciais para que o atendimento seja efetivo e que são de responsabilidade do atendente fazê-lo.
- A pessoa que está ajudando, precisa ser congruente, transparente; Ou seja, ela precisa acreditar no que o outro diz, de fato. Ela não pode ser superficial no atendimento. Quem procura ajuda precisa se convencer no que ela está dizendo é sincero. Assim, se ganha confiança.
- O voluntário não deve ter como objetivo fazer uma análise do caso (impondo seu ponto de vista, por exemplo) e sim, entender o ponto de vista da pessoa.
- Entendendo o ponto de vista, fica mais fácil aceitar e compreender. Isso é necessário para que haja uma empatia entre os dois.
- Comparar
- Aconselhar
- Julgar
- Indagar
- Interpretar
Para finalizar, uma citação do Rogers que resume exatamente do que essas pessoas necessitam e a forma como funciona o programa: “Acolher o outro com respeito, aceitação incondicional e compreensão, ajudando-o a resolver seus problemas com seus próprios recursos.”

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